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Por que as evangélicas gostam de sair sem calcinha?

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Análises psicológicas e sociológicas

  1. Desejo suprimido faz que pensam o tempo todo nele.

  2. Maior espiritualidade implica mais sensualidade

  3. Cantar melhora o desempenho sexual e aumenta a sensualidade

  4. A famosa submissão e meiguice das evangélicas surte o desejo nelas de serem acessíveis e abertas para os homens.

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1.Desejo suprimido faz que pensam o tempo todo nele.

Maria Eduarda era uma mulatinha linda de onze anos. Cantava com voz linda e obsequiou a todos com seu sorriso lindo e olhares amorosos de seus olhos castanhos. Já que ela cantava tão lindo, seu tio lhe deu de presente um violão. Ela começou a tocar, mas depois de três semanas a preguiça fez com que ela relaxou e treinou cada vez menos. Aí o pai dela proibiu-lhe de tocar violão, argumentando assim: “Você não valorizou, não aprende, então eu nem quero que você toque mais.”

Nos próximos dias ela pensou muitas vezes em seu violão, e o simples fato que lhe era proibido o tocar fez com que nela cresceu o desejo de tocar. Com o tempo ela achava que seria a coisa mais importante puder tocar, e começou a cantar seu pai para ele permiti-lo de novo. Mas ele cedeu só meses depois. Maria Eduarda recebeu o violão de volta e nunca mais esqueceu de treinar. Amou seu instrumento e virou uma musicista boa.

O mesmo acontece com outras coisas proibidas. Quando era proibido para os negros em alguns países de usarem os elevadores sociais, assim como certas outras coisas. Eles sentiam a maior vontade de usá-los. Hoje é liberado o uso, e a maioria nem se importa de qual tipo de elevador se usa.

Evangélicas crescem com muitas ideias que suprimem o sexo, o que os pastores colocam nas cabeças delas. Pelas proibições muitos desejos são despertadas. Por exemplo, se proibem o uso de prostitutas em um país, tanto mais os homens sonham em puder usar tais meninas. Quando sexo antes do casamento é proibido, a menina pensa tanto mais em sexo e sonha na noite de ter sexo com muitos parceiros, sendo ela até estuprada e abusada das formas mais variadas. Não adianta, então, proibir assistir pornô, porque na noite as meninas veem “filmes pronográficos” bem fortes em seus sonhos. Elas molham com isso, roçam seus peitinhos e suas bucetinhas no sono e acostumam-se assim à masturbação.

Uma coisa proibida ganha também um aspecto de aventura. Se uma pessoa mora em uma casa e um quarto é lhe proibido, a pessoa faz de tudo para puder ter acesso. Quando não tiver ninguém em casa, ela tenta entrar o arriscar pelo menos uma olhada por uma fenda ou uma janela.

Quando era proibido às meninas de mostrarem seus joelhos, elas tinham a maior vontade de mostrá-los clandestinamente, e os rapazes tinham a maior vontade de vê-los. Hoje, que é permitido, ninguém mais liga para joelhos.

Quando era proibido a Adão e Eva de comerem certa fruta, cresceu neles o desejo de comerem justamente esta fruta, embora que tivesse tantas outras.

Coisas parecidas acontecem também em prostíbulos e antigamente nas fazendas de escravas. Conhecido é um caso no Recife do século XIX, onde um fazendeiro, dono de quase mil escravos, viajou para a Europa e disse ao feitor que ficou no comando durante da ausência do dono: “Pode comer as escravas como quiser e dar a elas aos outros feitores ou visitantes assim como acha por bem. Mas não toque em minha escrava favorita.”

O feitor não achara essa menina tão bela assim e sempre se perguntou por que o dono escolheu-a como favorita. Mas com essa proibição começou a vê-la com outros olhos. Ela ganhou fascínio e ele montou uma cilada para ela, mandando a um negro forte e bonito para beijá-la. Depois puniu a menina por causa do beijo, alegando que estava defender os direitos de seu dono. Açoitou-a nua e aproveitou a posição indefesa da moça para tocar em seus peitos e entre suas pernas e enfiou-lhe até seus dedos. Não teve coragem de estuprá-la, mas depois essa ideia não saiu mais de sua cabeça. Teve medo do dono se estuprasse a escrava. Poderia ameaçá-la para não falar com o dono, mas teve medo que ela se abriria com o dono. Mas depois de alguns dias não aguentou mais e inventou um plano: organizou tudo assim que a moça cometeu outro erro e açoitou-a nua de novo. Depois de uns dez golpes bem dolorosas ela implorou e pediu para poupá-la ele propus: “Eu te poupo e pelo menos diminuo o seu castigo se você mostra submissão e me recebe com toda a dedicação e amor de uma escrava ao seu feitor.” A moça chorou mais alto ainda, mas depois de mais cinco açoites viu que não teve outra escolha. Assim o feitor usou a escrava que era ainda quente pelas chicotadas como um vulcão, e esta não podia deletá-lo, porque ela concordara com o estupro. Só por uma coincidência chegou tudo à luz, e o feitor foi mandado embora e a escrava cruelmente castigada e depois vendida a um puteiro para escravas negras e mulatas perto do porto, onde negras e mulatinhas novinhas foram estupradas o dia inteiro por marujos de todos os países.

Esses exemplos mostram: quanto mais proibido maior a atração.

Por isso andar sem calcinha para uma moça evangélica é um grande fascínio. Ela pensa muito sobre isso e também anda sem calcinha em seus sonhos na noite. Para uma católica não seria uma coisa tão estranha, já que quase todas as santas andavam também sem calcinha. Pois até o século XVIII a calcinha estava em desuso. Também as moças muçulmanas são acostumadas a andar sem calcinha. Nos países conservadores do islã, inclusive o Estado Islâmico, calcinhas são proibidas às mulheres assim como todo tipo de calça. As mulheres são controladas nisso pela polícia.

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2.Maior espiritualidpir 444ade implica mais sensualidade

Moças evangélicas são espirituais. Por isso envolvem seus sentimentos, sobretudo se são das igrejas pentecostais. Não são crentes frias, mas calorosas. Por isso são também quentes no sexo.

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3.Cantar melhora o desempenho sexual e aumenta a sensualidade

Moças evangélicas cantam muito. E o canto estimula os hormônios e a saúde. As vibrações do som produzido no próprio corpo mexem com as partes sensíveis do corpo como os mamilos dos peitos, o grelinho e a bucetinha em geral. “Colocar as cordas vocais para funcionar ajuda também na hora do sexo. Quem destrava a glote cantando faz a energia expressiva circular pelo corpo, beneficiando também a sexualidade.” Fonte: http://www.curtamais.com.br/goiania/especiais/conteudo/cantar-afinadinho-ou-nao-melhora-a-autoestima-e-ate-o-desempenho-sexual/2015-12-01

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4.A famosa submissão e meiguice das evangélicas surte o desejo nelas de serem acessíveis e abertas para os homens. Sabem que o homem quer e querem fazer-lhes favores em obediência.

Uma moça boa quer mostrar sua brandura, docilidade, meiguice, humildade e submissão. Moças do mundo arrotam arrogância, querem mandar no outros, e não obedecem. As evangélicas querem ser do contrário. Andando sem calcinha elas demonstram que são diferentes e prestes de se submeter a cada hora aos desejos do sexo masculino e perfeita submissão. Que testemunho mais bonito poderia ser uma bucetinha limpinha, depiladinha e acessível de uma moça meiga e boazinha?

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29% das cantoras de louvor já cantaram sem calcinha


a-07829% das cantoras evangélicas contra 16% das católicas confessaram em uma enquete que já cantaram louvor sem calcinha na igreja. Entre elas contam-se tb cantoras famosas como Maheda da Nigéria, Britney Spears, EUA, e Beyonce, EUA, e Taylor Swift, além de cantoras brasileiras como a cantora Juliana, conhecida de CDs evangélicos ou Paulinha de Costa Rica.

Uma pesquisa em 420 meninas entre 12 e 40 anos que cantam louvor mostra que 29% delas já fizeram a experiência de cantar sem calcinha.

https://meninasevangelicasdesaia.files.wordpress.com/2015/12/235c9-vara-105.jpg?w=47479% gostaram da experiência, 42% falaram que se sentiam melhor cantando sem calcinha, 36% falaram que cantam melhor sem calcinha, 29% relatam que foi uma experiência espiritual boa, 35% contam que sentem o canto melhor quando estão sem calcinha e 14% dizem que se sentem mais perto de Deus cantando sem calcinha.

83% gostariam de repetir o ato, somente 7% falaram que nunca mais o fariam.

Também no casting (concurso) uma cantora tem melhores chances sem calcinha.

49% cantaram sem calcinha para agradar ao namorado, marido ou um outro homem, 23% porque gostam ou se sentem melhor assim, 15% por curiosidade ou só para fazer essa experiência, 6% por causa de apostas, sobretudo entre as meninas, 4% foram obrigadas por terceiros, 2% porque acham que uma mulher crente não deve usar calcinhas e 3% nem sabem seu motivo.

 

Das meninas, que falaram de sim, 4% cantam sempre sem calcinha, 14% na maioria das vezes, 15% muitas vezes, 224% de vez em quando, 26% só excepcionalmente, e 17% fizeram-no somente uma ou algumas pouquíssimas vezes na vida.

wu-05131% foram já flagradas sendo sem calcinha. 22% nos ensaios, 10% depois do culto, 4% durante do culto, mas fora da igreja, e só uma menina relatou ter sido flagrada durante o culto sentada no banco se esquecendo de fechar devidamente as pernas, e uma outra foi flagrada por um sonoplasta que fixou cabo no chão e vi em baixo da saia da menina. Das meninas flagradas conta a metade (48%) que rolou sexo depois de serem flagradas, na maioria das vezes porque a menina queria ser flagrada e gostou do rapaz, mas em outros casos o rapaz que a flagrou aproveitou para chantagear a menina, que pagou com sexo para ele não delatá-la, ou os rapazes ficaram tão entusiasmados sabendo de que a menina estava sem calcinha que a estupraram.

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Dois terços dessas meninas confessaram que na verdade queriam ser flagradas.

25% das cantoras molharam quando cantaram sem calcinha.

Semana da Família
Semana da Família

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Moça evangélica na calçada. 73% das adolescentes evangélicas já pensaram em sair sem calcinha.

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Maheeda, a famosa cantora evangélica de Nigéria, gosta de cantar sem calcinha

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Várias cantoras lindas de uma igreja pentecostal: todas depiladinhas, mas não todas sem calcinhas. Observe os olhos e a posição das mãos e do corpo em geral e adivinha quais são as moças sem calcinha (gabarito em baixo da pâgina)

Também prostitutas mostram um desempenho melhor quando são obrigadas para trabalharem sem calcinha. De alguma forma se oferecem de uma forma diferente, seja na rua, seja no puteiro, se estão sem calcinha. O cliente sente mais quindim, mas também mais submissão e algo diferente na expressão.

Gabarito: As cantoras sem calcinha são a primeira e a quinta.